Por não conseguir dar explicações exactas sobre as dívidas ocultas que o país possui a união europeia (EU) sentiu-se obrigada a confiscar a doação de 300 milhões de euros que eram destinados ao orçamento do estado (OE).
Não tendo o governo conseguido explicar com clareza as dívidas ocultas que o país possui a União Europeia apenas ira confiscar a doação e que não vai ser governo o responsável pela gerência da doação.
Divida essa que foi contraída entre os anos de 2013 a 2014 pelo estado moçambicano quando o presidente Armando Emílio Guebuza ainda ocupava a posição de Chefe de Estado moçambicano, divida essa que era no valor de dois mil milhões de dólares (2000.000.000 USD).

Foram responsabilizadas nomeadamente três grandes empresas publicas e os céus respectivos gestores por contrair uma divida oculta para o estado moçambicano, empresas essas que ainda operavam no país, a EMATUM empresa essa que foi criada no ano 2013 com o objectivo de executar as actividades pesqueiras de atum, fazer a comercialização, exportação e importação do atum, a Mozambique Asset Management (MAM) também criada entre os anos de 2013 a 14 criada para a manutenção e reparação marítima e a ProIdicus empresa criada para a segurança e vigilância marítima criada no ano de 2012 o ano que a divida ainda estava a ser contraída com a criação dessas três grandes empresas.
Uma divida que os moçambicanos ainda pagam ate aos seus dias de hoje, mesmo não sabendo ao certo o que realmente aconteceu para que a divida surge-se e chega-se a estes valores extremamente altos.